Meu primeiro livro virtual

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

MILTON FREIRE


Milton Freire é natural de Poconé, no Estado de Mato Grosso. Filho do senhor Francisco do Amaral Freire e da senhora Oliva Gomes Freire.. Começou os estudos na sua cidade natal.Possui licenciatura em Contabilidade, adquirida na escola Joaquim Dibo, de Araçatuba. No Instituto de Educação Manuel Bento da Cruz, fez a Escola Normal, hoje magistério..Na faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Botucatu licencio-se em Ciências Sociais. Em Pedagogia, licenciou-se na Faculdade de Filosofia,Ciências e Letrss de Tupã.Terminou os seu curso de Direito, em Araçatuba, na InstituiçãoToledo de ensino.


¨OS HOMENS SE TORNAM O QUE SONHAM SER¨


Milton Freire nasceu em Poconé, no estado do Mato Grosso e veio para Araçatuba em 1959; conheceu Sílvia Lucia Marinho e com ela se casou em 1966. São filhos do casal : Milton Freire Junior, casado com Adriana M.Freire; Mílvia M.Freire Souza Barros, casada comEduardo Villaça Souza Barros;Síltom Marinho Freire, casado Milene Leite Freire e a filha do coração, Sueli de Fátima Freire. Possuem netos e netas..
E foi estruturado nesta base intelectual e familiar sólida que Milton Freire viveu e lutou; tendo conseguido o respeito da sociedade Araçatubense, pela qual dedicou toda a sua vida
Milton foi um homem voltado para a comunidade; filantropo por vocação não se absteve em nenhum momento de lutar em benefício daqueles que precisaram do seu suor ou da sua inteligência.
Gostava de ministrar cursos; tanto para casais como para noivos, primeiramente dava o exemplo da sua vida, ensinava pelo comportamento pois tinha uma família bem constituída e bonita., depois sim, lhes passava as teorias de a sua ampla formação intelectual.
Por pura vocação, não desperdiçava um momento no qual pudesse ensinar.
Para os filhos foi sempre fonte de inspiração e de coragem; pelo exemplo mostrou-lhes como viver de maneira profícua e honesta.
Ainda no seu trabalho pela comunidade, foi provedor e procurador jurídico da Santa Casa de Araçatuba; dedicado às atividades Rotarianas, foi-lhe fiel servidor.
Reconhecendo-lhe os méritos, a Fundação Educacional de Araçatuba, da qual foi conselheiro-fundador, deu seu nome ao prédio do Serviço de Atendimento Psicológico.
A loja Maçônica, da qual foi membro, deu à sua biblioteca o seu nome.
Foi vereador por duas legislaturas e em épocas nas quais não havia remuneração; então, trabalhou para o povo e deste recebeu o título de Cidadão Araçatubense, honraria mais que merecida.. Na vereança, foi secretário e Presidente da câmara.
Dedicou toda a sua vida à Araçatuba para onde veio, tendo o seu primeiro emprego na Construtora Araçatubense, do senhor Elízio Gomes de Carvalho. Depois, prestou concurso para fiscal sanitário da Prefeitura Municipal; tendo sido aprovado, ai fez carreira.
No magistério, foi secretário de escola em Penápolis; foi também diretor.Lecionou história geral e do Brasil e geografia geral e do Brasil. Também deu aulas de Organização Social e Política do Brasil.Lecionou ainda em Santópolis do Aguapeí e Clementina e foi diretor em Rubiácea.
Pessoa sensível, romântica, gostava de escrever. Lia os clássicos. Gostava da música Sacra.
Ouvia também popular, sobretudo a francesa. La vie en Rose e La Mer eram suas músicas preferidas.
Diria que Milton Freire foi um intelectual Aristotélico, ou seja, ensinava o que sabia sem nada impor, deixava que as pessoas escolhessem o que lhes servia.Nunca impôs suas teorias, conhecimentos para quem quer que fosse.

Um homem dedicado à família, à sociedade, aos amigos. Araçatuba é uma cidade que pode se orgulhar dos seus filhos....Milton Freire foi um deles, seguramente.
E assim ele foi.
E assim ele se foi...mas deixou saudades.


ANTES DE MAIS NADA




POIS É, ANTES DE MAIS NADA Antes de mais nada, os meus respeitos às pessoas que estão submetendo os seus nomes à apreciação dos eleitores nesta eleição.Sei que o grande número de candidatos e o exíguo tempo disponível para cada um, impossibilita grandes e objetivos pronunciamentos, mas precisamos pensar no que ocorre.Não podemos aceitar o que se vê e sobretudo o que se ouve. Nos dias contemporâneos , com o avanço da tecnologia, possibilitando à população acesso á informação e consequentemente a edificação de melhor base cultural, assistir a todo este palavreado sem sentido dos programas eleitorais.Política é arte ou é ciência? Apesar das teorias pertinentes aos conceitos de ambas, existe a aceitação de que ambas se influenciam, pela proximidade que possuem. Enfocando que seja ciência, sabe-se que esta é adquirida ou estruturada , tem objeto proprio de estudo, uma linguagem propria, métodos e processos para estudo. Então, ser um Von Braun, qualquer um pode, desde que se dedique a estudar mas ser um Picasso... Pode dar cadeia. E falo do Picasso maior, e não do Picasso araçatubense.Então o mundo gira, tudo se transforma, mas nada se cria.Os programas eleitorais continuam sempre do mesmo jeito e a apresentação dos candidatos idem. Quem assiste a uma peça teatral mil vezes...Então se ouve : acredito que...,defendo...,reconheço...,lutarei...,valorizarei...,sou honesto...;sou isso e aquilo.Os problemas da cidade, todos conhecem; se quer saber o que o candidato pretende fazer, mas o como é igualmente importante. Exemplo: vou lutar pela qualidade de vida da população...Como? Vou valorizar as culturas regionais (só faltava falar que nao vai valorizar)... Como?O homem contemporâneo é pragmático, ou seja, voltado para a objetividade, voltado para a ação prática.Talvez seja por esse estado de coisas que o conceito de política , hoje mais que nunca, seja tomado, não pelo lado erudito mas pelo lado trivial, pejorativo. Resumindo, seja tomado como papo-furado.





hamilon brito grupo experimental aa academia




domingo, 21 de setembro de 2008

SANGUE AZUL


SANGUE AZUL


É PRECISO TER MENTE
QUE DEPENDE SÓ DA GENTE
A PROPRIA VIDA ARRUMAR
VEJA BEM QUE DISPARATE
VER ALGUÉM DO SEU QUILATE
COM VONTADE DE CHORAR...
TÁ, CHORAR NÃO É RUIM
LIMPA ÁS VEZES O CORAÇÃO
E DÁ CONFORTO, NO FIM
MAS A VIDA É ASSIM MESMO
E TEM DIA QUE NADA FUNCIONA
TUDO PARECE UMA ZONA
DÁ VONTADE DE MORRER
MAS JÁ DISSE, ÉS GUERREIRA
E NEM POR BRINCADEIRA
VAIS OS PONTOS ENTREGAR
E OLHA SÓ QUE LINDURA
MESMO A VIDA SENDO DURA
TU VOLTASTE A ESTUDAR
NÃO SEI SE É SOCIOLOGIA
PODE SER PEDAGOGIA
O IMPORTANTE É ENCARAR
QUANDO OLHARES NO ESPELHO
OUÇA AQUELA QUE LÁ ESTÁ
ELA, QUEM MELHOR TE CONHECE
VAI DIZER, TÃNIA, ESQUEÇE
E VAI BRIGAR PRA SER FELIZ
POIS A VIDA NÃO PERDOA
E NEGA, NÃO FICA BEM
SE A PESSOA TEM NA VEIA
O SANGUE QUE VOCÊ TEM


HAMILTON DE BRITO


quinta-feira, 18 de setembro de 2008


Eu não sei se é por demência

Ou por pura imcompetência

Que as poesias são assim.

Já vem lá do comecinho

Sendo sempre o mesmo tema

Vai enchendo até o fim.

É uma puta louvação

Quando não é babação

Só se fala em sofrimento.

Entra dia e sai dia

Não se vê mais poesia

Abordando felicidade.

Poetas novos? não tem...

¨Véio¨, na hora do amém

Só fala de amor perdido.

Pô, haja muita paciência...

Só papo de nego fudido...

Vos peço, meu poeta

Chega de papo furado

Do eu sou um desgraçado

Choradeira e reclamação

Não resolve a coisa,não

E faz mal pro coração







hamilton brito






VAI MESMO...


Por isso ou por aquilo

Te amando, te vejo distante.

Pensar em ti? todo instante.

Não podia mais ser assim.

Fazia tudo que você queria.

Não queria? não fazia também.

Os amigos...me gozando.

A famíla...só falando.

E você...me ignorando.

A barba, já não fazia.

Comer, eu não queria.

Trabalhar, eu já não ia.

Eu ia me fo...é, um dia.

Mas Deus que é nosso Senhor

Mostrou, po, não é amor...

Idiotice ou praga de madrinha!

Mas a minha, me amava.

Praga em mim? Ah! não jogava.

Então, que diabo é aquilo...

E o pior, no auge da festa

Puta coceira na testa.

Tive muita pena de mim...

E foi aí que a ficha caiu

Eu com pena de mim???

Vá pra puta que o pariu...

É hora de me mandar

Então, o momento aproveito

te falo do fundo do peito

Me despeço de você

Antes que eu me acabo

Te deixo o meu ADeus

E antes que esqueça

Vá pro meio do diabo





hamilton brito






segunda-feira, 15 de setembro de 2008

QUER SABER?


Reconstruir o passado...

Não acho que devemos mais.

Buscar o que ficou atrás?

O que acabou, acabado está.

E se falamos de amor perdido

Por certo é lembrânça má.

Sonhos,quimeras...coisas de poetas.

De tanto triunfar a ingratidão

Melhor ser pragmatico...

Não rende odes e poemas

Mas, bem melhor para o coração.

Quem nos fastará do que queremos?

Queremos mesmo? Há razão em perguntar.

Esta é resposta fácil de dar.

Nós. Nos afastamos do que queremos.

Nossas fraquezas nos impedem de lutar.

Somos um pouco testemunhas disto.

Amor com desejos irrealizáveis...

Estes nos tornam mais miseráveis.

Por incúria ou incompetência,vivemos a esmo

Quase sempre perdidos de nós mesmos.

Inebriados em nossas próprias fantasias.

Sim, ninguém tem o poder de ferir-nos.

Nem precisa.Somos competentes em fazê-lo.

Não há quem o faça com mais zêlo.

Reconheça...amor e desencanto...

Isto é pano jogado em um canto.

Somos prisioneiros das celas que construimos

E réus dos crimes que cometemos.

No amor, por mais que seja doloroso

No mais das vezes, nosso crime é doloso.

Quem pode nos incutir o mêdo?

O egoísmo, não saber o que se quer.

Não há que viver em amargura.

Tampouco tirar dos olhos a ternura.

Aí, é se perder de vez.

No mundo, não és única criatura.

Há alguém perdido na mesma tempestade.

Ela nos ensina, é só prestar atenção.

Depois da grande chuva, a bonança.

O irmão sol sempre volta a brilhar.

Ah sim! perdi o romantismo?

Endureceu-me o coração?

Possível...mas sofrer de amor outra vez

Amor consumido entre sussuros e ais

Sózinho na vida, no quarto, na cama?

To fora...comigo, nunca mais.

O outro poeta tinha razão, por fim

Pois , de agora em diante

Só vou gostar de quem gosta de mim




Hamilton Brito



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

TCHAU, MAS TCHAU MESMO....




Hoje sou outra pessoa.


Ontem, eu era membro ativo de uma sociedade na qual a mola propulsora é a competição; estava preso à uma engrenagem que ainda gira, mas da qual me desprendi.


Estou solto, apenas solto mas não liberto, até porque foi uma liberdade que eu ainda não queria, pela qual não lutei.


Não estou mais preso ao contexto competitivo do sistema profissional, competição que dá vida e razão até para viver . Não luto mais no sagrado tatame do mercado.


Estou fora, estou longe dos meus queridos ¨inimigos¨, aqueles que disputavam comigo os palmos das pequenas e grandes conquistas.


Tenho saudades. Mas aprendi que o tempo gira, segue seu caminho, gostemos ou não. Vai deixando tudo pra trás...foi ai que eu fiquei.


Tenho raiva de auto-piedade, não é bom sentimento e a combato me agarrando com unhas e dentes à uma nova vida.


Estou interessado em viver, quero a vida e procuro levá-la a serio na medida da minha capacidade.Se temos que mostrar sempre o melhor, procuro fazê-lo.Procuro não ser o carro velho que só bebe ou o DC-10 aposentado,


Assim, não me permito pequenos vícios. Nem os grandes, pelos quais até tenho simpatia, mas a saúde , tanto a econômica quanto a financeira, não mais me permitem gozá-los.


As vezes, uma gafieira na periferia, um forró ali no sindicato, um videokê onde até recebo elogios.


Estas coisas todas, sabem como é: umazinha aqui, outra, ali, tá a fim, não tá, passe bem...


Outra coisa boa, não luto mais pra me livrar das minhas culpas, meu ego se encontra agora no seu devido tamanho. Minha vida está construida mas não acabada; agora estou dando os retoques, o acabamento.


Assim, entrei para a Academia Experimental de Letras, para o grupo de leituras desta propria academia, estou frequentando grupo de iniciação teatral, até articulista da Folha... pode?


Com estas atividades, deixei no tempo a minha vida profissional que se foi, a saudade que teimava em atazanar minha vida...nehuma lágrima rolou mais e nunca mais há de rolar.


Hoje amo o que sou e o que faço...hahahahah , sou feliz de novo. Vejam o que eu disse: de novo.


Nada mais peço para mim. Só para os que amo, e que pela graça do bom Deus, são em bom número.