Meu primeiro livro virtual

segunda-feira, 12 de julho de 2010

PELAMORDEDEUS!!!!


PelamordeDeus!


Sentimento é uma disposição de afeto com relação a algo ou a alguém e se manifesta em determinadas circunstâncias; pergunto, houve durante esta Copa do mundo um sentimento de brasilidade, como se viu por exemplo, em 1958 ou 1970?
Houve emoção exacerbada como de outras vezes?
Sentimento e emoção caminham juntas e não havia sentimento suficiente para gerar uma forte emoção na torcida brasileira desta feita.
Tratava-se de uma seleção brasileira ou de brasileiros do Milan, do Barcelona, da Inter de Milão; nessa seleção, quantos jogadores atuavam no São Paulo. no Corinthians, no palmeiras, no Inter de Porto alegre , no Botafogo ou Cruzeiro, clubes que estão presentes no cotidiano de todos nós, nas conversas nos botecos ou nos campos das várzeas?
Quem poderia despertar maior sentimento na torcida, o Kaká ou o Ganso, o Luiz Fabiano ou o Kleber, o Josué ou o Hernanes, o Juan ou o Miranda, o Júlio César ou o Vitor; os “ estrangeiros” estão alheios à realidade da pátria e quase sempre, são os piores , fisicamente falando. Onze craques não fazem um time. O que faz um time é uma boa seleção de valores e um bom treinamento
Não é só o Galvão, é a imprensa inteira a mais valorizar quem trabalha na Europa e cercanias. Onde já se viu: na formula um o carro é estrangeiro, a estrutura também, assim como a infra-estrutura e todo o capital envolvido e o Bueno a berrar feito um tarado: Brasiilll! Brasiill! Brasiiilll!!!
No futebol brasileiro, ou mais precisamente, na imprensa esportiva brasileira tem uns “trecos” que não dá para entender. Sei não que diabo de escolas de jornalismo estes caras cursaram. Vivem falando em renovação:
-Que é isso, sio, o Ricardo Teixeira esta há mais de trinta anos na Confederação Brasileira de Futebol; ou sai ou a gente tira o sujeito de lá. Ele é a desgraça.
Imediatamente perguntam:
- E ai Kfouri, quem você acha que é o melhor nome para assumir como técnico na renovação pretendida pela CBF.
_Uai, Felipão ou Luxemurgo.
“ Má “ que bela renovação, cacete.
São bons nomes?
São, claro.Mas se é para renovar, porque não considerar nomes que nunca estiveram lá e que possuem “curricula” abonadores. Quem foi o técnico mais vitorioso nestes últimos anos no Brasil, senão o Muricy Ramalho. O que dizer do jovem e competente Silas ou ainda do bom trabalho do Mano Menezes ou ainda Dorival Nunes?
Para cada jogador que trabalha fora, temos aqui um de valor correspondente; é só convocar os melhores do momento e dar-lhes bom treinamento...será, como diz o seu Zé: macuco no emborná.
Haverá mais identificação, como consequência, mais envolvimento entre seleção e torcida e as emoções transbordarão e serão inesquecíveis, como já se viu.
Gostei quando disseram que a Copa da África foi a bafana, bafana e aqui será a afana, afana. Estádio novo com dinheiro público...tá bom.
Querem que o meu tricolor gaste seiscentos milhões de reais para sediar uma abertura da Copa.Vão sediar abertura na...na...intão, lá mesmo.
É por essas e outras que estou gostando cada vez mais de pescar.



Hamilton Brito, membro do grupo experimental da academia araçatubense de letras

quarta-feira, 7 de julho de 2010

UM LUGAR ESPECIAL



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UM LUGAR ESPECIAL


Todas as vezes que o litlle Joe quer impressionar uma linda jovem ele a leva até à margem de um grande lago, de onde se descortina uma visão encantadora. Se amar é bom e lindo, ali há a potencialização do prazer.
Quando a lindinha se embasbaca com o espetáculo, o desg...quer dizer, o jovem vaqueiro alia um sorriso número 38 com um olhar 55 e dá o retoque final no seu empreendimento de sedução. Pena que quase sempre, no final do capítulo, a coitadinha morre ou sai de cena. Acho que o produtor ou o diretor do filme tem uma queda pelo artista e...quem usa, cuida.
Aqui um parêntese para um fato e uma pergunta. O fato: Ponderosa é uma imensidão de cactus e pedra. Como aquele povo ficou milionário com gado? São quatro e mais um cozinheiro chinês. Chaparral ainda tem muitos empregados, se vê algumas vacas que adoram comer galho seco e pedra; isso, sem falar no Cochise e sua corja enchendo o...a paciência.
Acho que fazendeiro brasileiro gosta mesmo é de chorar de barriga cheia.
Um lugar especial para viver...
Aqui temos um.
Não viveria melhor à beira mar, desfrutando as visões paradisíacas das chapadas ou os encantos das quedas de água, como as de Iguassu ou Iguaçu, como preferir.
Não há beleza em nenhum canto se na alma não mora o encanto. ( se você conhece quem tenha dito esta frase, ponha aspas.Eu não ponho.)
Outro dia, levei uma dama para ver a luz da lua incidindo no filete de água do nosso riozinho Machado de Mello. Cercava-nos o silêncio da madrugada. Vislumbrávamos pequenas flores dando sinal de vida com a iminente presença do sol. Fiz como litlle Joe, armei meu sorriso 38 mas não deu tempo de armar o olhar:
- Vamos embora...
Ela não se sentiu amada, diriam uns. Tenha paciência, outros.
Mas em mim não aconteceu uma profunda dor ou estado de torpor, não fiquei cheio de frustrações e dúvidas, como acontece nas grandes tragédias, nada de crise exsistencial.
Pensei: não dá com Maria, procuremos Sofia.

Só que não é bem assim. Não se leva a vida dando de ombros. Assim como existem estradas que se bifurcam, temos a que convergem.
Procurarei então o ponto de convergência no meu caminho e lá, por certo, encontrarei alguém que, na pior das hipóteses, queira, porque gosta, ver o “ Machadinho” nas noites de lua.
Assim: beber um chope no Bola ou comer um cupim casqueirado na Chopompeu e na madrugada, ver o riozinho e o sol nascer...seria um belo começo para uma segura indução a um fim sabido e desejado.
Como diz uma letra do Roberto: Se o amor está, tudo faz sentido, tudo é permitido, tudo fica em paz “.
Mas é preciso que tenhamos sensibilidade para ver encanto em qualquer canto, senão, ainda lembrando o Rei: “ quando o amor não está, sob a luz da lua, as pequenas ruas, já não são iguais”


Hamilton Brito, membro do grupo experimental da academia araçatubense de letras.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

AMIGOS DA SERESTA



GENTE BOA, XÔ DEPRESSÃO!00


É sabido que indivíduos com elevado grau de irritação, podem desenvolver maior risco de depressão, que leva aos problemas cardiovasculares e transtorno bipolar.
Se você está rondando ai por perto, aceite um conselho: Cante.
Entre para um grupo musical, freqüente videokê, karaokê e não sei mais o quê, mas dá um jeito de cantar.
Se tiver que ser, que seja em cima de um palco, na rodinha daquele boteco. É só perguntar por ai onde o Mario Eugênio está aos sábados à tarde e ir cantar com ele.Ele terá prazer em acompanhá-lo ou persegui-lo. Ele persegue o Giba, uai!.
Um grupo aqui em Araçatuba: Os amigos da Seresta.
Ah! Às vezes o bicho pega.
Basta o “menor” não acompanhar o fá e o Beltrão estressa. É só email que rola. Grande músico,letrista, ganhador de concursos. É um grupo coordenado pelo Aurélio Rosalino, sujeito esforçado, motivado e que ama a seresta, amante das valsas ; delas, grande intérprete. Temos todos os tipos na trupe. A corda mi do cavaco do Carlinhos é quebrada de propósito, quando se cansa dos ensaios ou está de bronca com alguém. Tem o violão do senhor Geraldo, magnífico no instrumento ou cantando.
Na percussão tínhamos o Antônio, que é Nico e agora foi incorporado o Osmar e o Alex, neto do Carlinhos, que tem Santiago por sobrenome. Na sanfona (sanfona é a...o nome é acordeon, Mané, dirá o italianinho) temos o Agnaldo.
Temos ainda o Mario Eugênio, que não comparece aos ensaios por motivos óbvios; Os “cantores”...quer dizer, alguns até dão muito bem conta do recado.
Assim, temos o José Soares. Saibam que o Nelson Gonçalves tem a mesma voz do Zé.. Quando ele puxa aquele grave, lembra o famoso cantor. O Amauri Santos tenta seguir os passos do Gregório Barrios e tome boleros. A Deana Inazawa passa veludo na voz ao se apresentar.. A Ana Lúcia canta e encanta. O Colicchio é perfeccionista; também, gravou com Enrico Simoneti, o danado. E a Maria Regina Rocha ,polivalente. Canta, sustenta a fama no violão e no cavaco e ainda arruma tempo para se dedicar às causas filantrópicas.. A acadêmica Marilurdes Campezzi, que além de cantar, orienta a turma nas distrações gramaticais. Maria José. Essa cantora não deve nada às melhores do Brasil.Para fechar bem o texto temos a Suely Cândido. Belíssima voz, experiência e nos ensaios, fica ouvindo e corrigindo o andamento, sugerindo e melhorando a nossa performance. Dr.Renato Monteiro...esse merece um capítulo à parte pela sua grandeza como homem e como músico. O grupo foi enriquecido com as inclusões de Elaine Alencar e Antônia Andreotti.
Nossos ensaios são maravilhosos, mistura de violão com boleros e sambas, piadas, fuxicos, quentão nas noites frias e a “ cevezinha” quando o calor do tempo se associa ao calor humano que emana do grupo.
O homem põe e Deus dispõe, mas se Ele não dispuser, nesse grupo, estas “ coiseiras” que começam o texto, não terão vez.
Bem, eu os apresentei aqui. Nas festivas somos apresentados pela Maria Lúcia, esposa do Beltrão, que com seu pandeiro e beleza, ajuda as mulheres a enfeitarem o grupo.
Ah! Estou lá com eles.


MEMBRO DO GRUPO EXPERIMENTAL DA ACADEMIA ARAÇATUBENSE DE LETRAS

quarta-feira, 9 de junho de 2010

VOCÉ É O ESCRITOR

O Menino que sonhava de olhos abertos
Parabéns!

Agora você também é o escritor.
Primeiro você recebeu o livro O Menino que Sonhava de Olhos Abertos, escrito originalmente por Galeno Amorim. Depois, pensou sobre a história. E, principalmente, sobre como quer que seja a nossa cidade no futuro. E, então, escreveu outro capítulo para esta história. Ou seja, o seu final para o livro!
Clique aqui para acessar O prêmio é meu! e ver como o livro O Menino que Sonhava de Olhos Abertos (do qual, a partir de agora, você é o co-autor, junto com o Galeno) ficou.

Um abraço do Galeno e da Fundação Palavra Mágica
O prêmio é meu!

Nome: José Hamilton Brito
Cidade: Araçatuba./SP

E foi com espírito agitado que Ribeirinho cresceu. Em função da religiosidade da mãe, acabou fazendo seus primeiros estudos em um Seminário. Lá teve que aprender uma nova língua que tinha uns casos chamados nominativos para onde ia o sujeito e o predicativo do sujeito, acusativo que era o caso do objeto direto, que a preposição ad regia objeto direto... Nossa!!! Uma confusão dos diabos!!! Ainda bem que mataram a maldita Língua e ele não se ordenou.

Fora do Seminário, fez um curso de Letras e um outro de Direito e até que se aposentou. Meio perdido na vida, ficou sabendo de um grupo que se dedicava às coisas da Literatura. Era um grupo criado e orientado pela Academia de Letras da cidade. Fez sua inscrição e participou com entusiasmo das atividades do grupo: encontros, palestras em escolas, saraus, publicação de livros, redigiu textos para o melhor jornal da cidade, dentre outras atividades.

Todos os anos, a Secretaria de Cultura da cidade, promovia um concurso nacional de contos, com dois níveis: um nacional e outro regional. Ribeirinho se inscreveu. Nesta altura dos acontecimentos, já era avô, pois até para fazer jus a sua condição, o tempo passou como um flash, mas aquele garoto de outrora continuava ali dentro dele.

Tanta era a ansiedade, que sonhou que recebera um telefonema.

- Aqui é da Secretaria da Cultura, o senhor está convidado a comparecer na Câmara Municipal para receber o prêmio de primeiro lugar do concurso de contos.

- Minha Nossa Senhora!

Dentro do mais belo terno que pode encontrar, se apresentou. Foi com toda a família, melhores amigos e conhecidos do Grupo Experimental e da Academia de Letras da cidade.

Algo fez Ribeirinho parar e pensar que nunca tinha feito planos para tudo aquilo... as coisas iam aparecendo e ele ia aceitando ou não e a vida... indo. Se o desfecho que se pronunciava em sua vida era o melhor ou não, preocupado não estava; aliás, nunca esteve. Estresse? Uai, o que é isso?

Característica mantida desde os tempos de criança: ainda era um perguntador de mão cheia; na verdade, nunca pedia nada para Deus. Era mais de agradecer. Mas corria atrás. Tinha a mais absoluta convicção de que cada um tinha que fazer a sua parte. Certo ou não, agir era preciso. Assim, como navegar.

O sonho tornou-se realidade. Conquistou o esperado prêmio. Na Câmara estavam presentes muitas das pessoas às quais ele tinha incentivado para que buscassem prazer na literatura. Foi o jeito que encontrou para preparar a sua comunidade para o futuro. Não plantou árvores, ou melhor, poucas, mas escreveu livros e os distribuiu o quanto suas posses o permitiu.

Ali, parado, em frente à mesa da Presidência, rodeado por todos, chegou a seguinte conclusão:

- Cheguei lá... o lá é o aqui e o agora... então o prêmio vai... para miiimmmm!!!!!

sábado, 29 de maio de 2010

Tardes de músicas agradáveis!

Reunião de amigos dá nisso uma boa cantoria!
Clique na foto para ampliar!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O velho e o barco






Em baixo da figueira que ficava pouco acima da queda d’água, o velho barco estava preso à margem por uma cordinha, que mais cedo ou mais tarde seria rompida pelo tempo.
Acontecesse durante a noite e ficaria à deriva e sabe-se lá onde iria parar...mas era um velho barco, que se danasse.
-Ingrato, quantas vezes você me acordou de madrugada para irmos ao rio; quem adorava remar de manhãzinha para ver o sol nascer? . Lembra que eu, você e o barco formávamos uma trindade, que se não era santa, era uma verdadeira poesia: um velho, seu neto e um barco emoldurados pelos primeiros raios de sol da manhã.
Maurício, já engenheiro formado, veio passar férias no sítio que pertenceu ao avô e que agora era administrado por um tio; de posse de umas latinhas de cerveja, tinha se ajeitado perto do velho curral e estava ali a observar o rio da sua infância, enquanto o cine do tempo fazia passar cenas de sua vida.
-Puxa vida, vô , para que serve esse velho barco, ninguém mais está a usá-lo, se ele se romper de sua amarra, irá parar nas mãos de alguém que ainda possa dele usufruir.
-Filho, esse barco sou eu; você quer que eu me vá?
O jovem engenheiro acendeu um cigarro e riu.Lembrou-se da primeira vez que fisgou um belo barbado e não agüentava trazê-lo para o barco.Pediu ajuda do avô e esse disse não:
-Você o fisgou, o peixe é seu, arrume-se com ele.
Comeram-no ensopado, preparado pela avó; vencera a sua primeira batalha, dela se lembraria para sempre e seu velho avô era personagem importante no feito.
Outro personagem era o barco; algumas tábuas soltas, o número da licença já apagado mas a proa ainda apontando firme para frente, pronto para seguir, obediente aos remos ,se não tivessem ido com as águas da última cheia.
Alguém já disse que o silêncio é uma rua de janelas fechadas; ali naquela paz, o seu mundo e tudo o que amou um dia estava à mostra de maneira escancarada, sentia até o cheiro do fumo do cigarro de palha que o velho fumava.
Abriu outra cerveja; seus pensamentos fizeram com que esquecesse a latinha já aberta e o líquido esquentou....estava chorando.
-Vô, onde está aquele molinete e aquela vara amarela que o senhor comprou para mim?
-Uai, vai lá no celeiro, tira aqueles arreios para um lado, que ela deve estar ali em baixo do girau; inclusive, seu moleque, é preciso engraxar o molinete.
-Ah! Tá...
O avô, apesar de ter comprado para ele um molinete, gostava mesmo de pescar com as grandes e fortes varas de bambus.Não permitia que ninguém pescasse com elas:
-_Sabe filho, se outro usar, , tira a embocadura.
_ Vô, o que é embocadura?
-Embocadura é...olha lá, sua avó esta chamando.
_ Não quero ir agora, vamos ficar mais um pouco.
Não é que ele escutou mesmo a voz da avó chamando
e dando bronca :
-Leôncio, você coloca mau costume no Maurício, vou falar pra Ritinha não deixar mais ele vir aqui no sítio.
-Você agora é um doutor, meu neto; meu orgulho maior.Nunca permita que este sítio se perca e, sobretudo, cuide do velho barco. Ele é um elo muito forte entre nós dois. Eu, você, o rio e ele seremos eternos, pois somos um só.
Como já era noitinha, um vento mais frio vindo do lado sul, os últimos raios de sol se misturando com as águas calmas que iam, Maurício saiu do seu enlevo e caminhou em direção a casa.
No caminho, lindas flores silvestres; fez um pequeno e lindo buquê, contornou o velho poço artesiano, abriu a pequena grade e depositou o mimo entre duas sepulturas.


José Hamilton Brito, membrodo grupo experimental da academia araçatubnense de letras

sábado, 1 de maio de 2010

PENSANDO




Ah! estive pensando.


E se a gente se amasse?.


Deus! como seria bom.


Tudo...tudo seria melhor.


Bem melhor que sua vida


ou ainda, que minha vida.


Pensa, uma só canção.


Um mesmo, único tom.


Quão bela seria a serenata.


Eu, um eterno apaixonado.


Você, para o amor, inata.


Apenas eu e você.


Entre nós...só Deus.


Para que mais...


O mais belo dueto de amor.


As chuvas do verão


as folhas secas do outono


fazendo para nós


linda percussão.


Os dias, se alternando,


os momentos, se sucedendo.


O amor em um crescendo


como final de ato clássico.


Acertemos, desta dança, o compasso.


Façamos uma soirê só nossa.


E, num movimento troppo andante


te amarei, o quanto possa.




membro do grupo experimental da academia araçatubense de letras.